O Terramoto de 1755

Iniciou a sua carreira diplomática em Londres e em Viena, mas quando regressou a Portugal, em 1750, o rei de então, D. José, nomeou-o secretário de Estado e foram-lhe concedidos dois títulos Conde de Oeiras e Marquês de Pombal, pelo qual ele hoje é conhecido.
Durante a sua estadia como secretário de Estado deu-se o terramoto de Lisboa no dia 1 de Novembro em 1755 por volta das dez menos um quarto. Como era dia de todos os santos o povo encontrava-se nas igrejas e a família real tinha decidido ir para o interior de Lisboa.
As pessoas na igreja sentiram a terra a tremer e fugiram para fora, ora como os prédios eram muito chegados uns aos outros e muito frágeis desabaram, soterrando muita gente, como as velas das igrejas estavam acesas formaram-se incêndios que mataram mais gente, outros fugiram para o cais mas foram ao encontro da morte pois o terramoto tinha sido no mar e formou-se um maremoto que galgou a terra o que provocou inúmeras mortes por afogamento.
Depois deste acontecimento, Marquês de Pombal mandou construir casas alinhadas, mais seguras e com outras condições de higiene, como por exemplo, os esgotos, iniciando assim a reconstrução de Lisboa, a que mais tarde se deu o nome de estilo pombalino às casas reconstruídas nessa época. Para se distinguir o poder do rei foi dito por Marquês de Pombal que todos, nobreza, clero e povo, eram iguais perante o Estado, mas nesta altura a burguesia era a mais importante pois controlava o comércio que começara a industrializar o país.
"Post" de: Patrícia Ribeiro, n.º24
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